Perfil epidemiológico do trauma ocular penetrante antes e após o novo código de trânsito

Perfil epidemiológico do trauma ocular penetrante antes e após o novo código de trânsito

Título alternativo Epidemiological profile of penetrating ocular trauma before and after the new traffic code
Autor Silber, Paulo Caldas Autor UNIFESP Google Scholar
Souza, Luciene Barbosa De Autor UNIFESP Google Scholar
Tongu, Maira Tiyomi Sacata Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo Purpose: To study the epidemiologic profile of the patients with penetrating ocular trauma (POT) before and after the application of the new traffic code. Methods: Retrospective study of 253 patients with POT examined at the Ocular Trauma Section (UNIFESP) from January 1997 to April 1999. The patients were divided into 2 groups: Group I, patients with ocular trauma before the new traffic code; Group II, trauma history after the new code. The patients were evaluated regarding different aspects on trauma and ophthalmic evaluation. Results: The epidemiological findings regarding age, sex and race were similar in both groups. In group I, the patients between 21-50 years presented similar trauma etiology distribution, while in group II, in the same age range, they presented predominance of automotive-related trauma. Regarding seat belt use, 60% and 92% of patients were not using seat belts at the time of the trauma in groups I and II, respectively. 60% of the patients in group II mentioned alcohol consumption against 40% in group I. Conclusion: Besides the impact measures taken by state to control accidents, ocular trauma damages continue to be related to preventable risk factors like seat belt use and alcohol consumption.

Objetivo: Comparar o perfil epidemiológico dos pacientes com trauma ocular penetrante (TOP) antes e após a regulamentação do novo código de trânsito. Métodos: Estudo retrospectivo de 253 pacientes com TOP examinados na Seção de Trauma Ocular (UNIFESP) de janeiro de 1997 a abril de 1999. Os pacientes foram divididos em dois grupos: Grupo I, pacientes com trauma ocular antes da implantação do novo código; Grupo II, história de trauma após sua implantação. Os pacientes foram avaliados em relação a diferentes aspectos do trauma e exame oftalmológico. Resultados: Os achados epidemiológicos em relação à idade, sexo e raça foram similares em ambos os grupos. No grupo I, os pacientes entre 21 e 50 anos apresentaram distribuição similar quanto à etiologia do trauma, ao passo que no grupo II, no mesmo intervalo de idade, predominaram os acidentes automobilísticos. Em relação ao uso do cinto de segurança, 60% e 92% dos pacientes não estavam usando o cinto, nos grupos I e II, respectivamente. 60% dos pacientes no grupo II mencionaram consumo de álcool, contra 40%, no grupo I. Conclusão: Apesar das medidas de impacto tomadas pelo governo para controlar os acidentes, os danos do trauma ocular continuam relacionados a fatores passíveis de prevenção, como o uso do cinto de segurança e consumo de álcool.
Assunto Eye injuries
Traffic accidents
Seat belts
Retrospective studies
Traumatismos oculares
Acidentes de trânsito
Cintos de segurança
Estudos retrospectivos
Idioma Português
Data 2002-08-01
Publicado em Arquivos Brasileiros de Oftalmologia. Conselho Brasileiro de Oftalmologia, v. 65, n. 4, p. 441-444, 2002.
ISSN 0004-2749 (Sherpa/Romeo)
Editor Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Extensão 441-444
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0004-27492002000400009
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0004-27492002000400009 (estatísticas na SciELO)
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/1504

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