Efeito da hipoxia e reoxigenação em túbulos proximais isolados de rim de ratos suplementados cronicamente com L-argfinina e L-NAME

Efeito da hipoxia e reoxigenação em túbulos proximais isolados de rim de ratos suplementados cronicamente com L-argfinina e L-NAME

Autor Castro, Isac de Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Yu, Luis Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo O presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito da L-arginina (L-Arg), precursor do NO e L-NAME, inibidor da NO sintase, em tubulos proximais renais (TP) isolados de ratos normais (grupo I), ratos suplementados por 7 dias VO com L-arginina - 0,25% (grupo II) e com L-NAME - 3 mg/Kg VO por 7 dias (grupo III). Foram avaliados a liberacao de lactato desidrogenase - DHL(%), como medida de lesao celular, e producao de NO2/NO3 (nM/mg proteina). Houve aumento semelhante de DHL em TP nos 3 grupos apos a hipoxia (H) (I=31,52; II=31,20 e III=33,73%), e na reoxigenacao (I=47,90; II=49,10 e III=53,2%). Quanto a producao de NO2/NO3 apos a hipoxia, houve aumento principalmente no grupo II (I=1,62; II=3,03 e III=0,66 nM/mg proteina; p<0,05), o mesmo ocorrendo apos a reoxigenacao (I=2,58; II=4,98 e III=1,25 nM/mg proteina; p<0,05). Estes resultados demonstram que o aumento ou a diminuicao da producao de NO nao interferem no grau de lesao dos TP submetidos a hipoxia e reoxigenacao. Quando se adicionou L-arginina agudamente aos TP apos a hipoxia, somente o grupo III apresentou piora da lesao (I=39,60; II=41,50 e III=44,70%; p<0,05). Apos a reoxigenacao, a adicao aguda de L-arginina nao potencializou a lesao e nao houve diferenca entre os grupos (I=51,30; II=53,16 e III=54,00%). A producao de NO2/NO3 aumentou em TP suplementados agudamente com L-arginina tendo sido maior no grupo II (I=1,95; II=3,75 e III= 1,00 nM/mg proteina; p<0,05) apos hipoxia e reoxigenacao (I=3,79; II=7,31 e III=0,89 nM/mg proteina; p<0,05). A adicao aguda de L-NAME protegeu parcialmente contra a hipoxia nos grupos I e II, sendo menos efetiva no grupo II. Houve protecao completa no grupo III (I=17,90; II=24,75 e III=16,93%; p<0,05). Na reoxigenacao, a adicao de L-NAME protegeu parcialmente da lesao, principalmente no grupo II (I=23,50; II=32,53 e III=26,60%; p<0,05). A adicao de L-NAME, diminuiu a producao de NO2/NO3 em TP durante a hipoxia, sendo menos eficiente no grupo II (I=1,40; II=2,69 e III=0,66 nM/mg proteina; p<0,05). Na reoxigenacao o grupo II apresentou tambem maior producao de NO2/NO3 (I=2,12; II=4,09 e III=1,32 nM/mg proteina; p<0,05). Em conclusao, as suplementacoes cronicas com L-arginina e L-NAME foram eficazes em manipular parcialmente a atividade da NOS em tubulos proximais de ratos, verificada pela correspondente producao de NO2/NO3. Entretanto, estes efeitos nao interferiram na sensibilidade a lesao da hipoxia e reoxigenacao. Estas diferencas somente foram observadas durante a hipoxia, onde o NO parece ter um papel preponderante sobre os outros radicais, e tambem na presenca de doses adicionais do substrato e do inibidor da sintese de NO, sugerindo que a estimulacao e inibicao obtidos foram parciais, decorrentes das doses utilizadas
Assunto Túbulos Renais Proximais
Anóxia
Encefalina Leucina
Óxido Nítrico
Arginina
Idioma Português
Data 1997
Publicado em São Paulo: [s.n.], 1997. 66 p.
Editor Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 66 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/15329

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