Liberação espontânea e induzida da acetilcolina em um músculo esquelético dependente da testosterona do camundongo distrófico

Liberação espontânea e induzida da acetilcolina em um músculo esquelético dependente da testosterona do camundongo distrófico

Título alternativo Spontaneous and induced release of acetylcholine in a skeletal muscle dependent of testosterone of dystrophia mice
Autor Cruz, Ana Claudia Vallin da Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Souccar, Caden Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo relacionada a falta de expressao da proteina distrofina, devido a mutacao do gene da proteina no cromossomo X. A distrofia e um elemento de um A distrofia muscular de Ducheme (DMD) e uma miopia recessiva e grave complexo de proteinas estrututrais da membrana, cuja funcao mais provavel e a manutencao da flexibilidade e da integridade da memnbrana celular durante a contracao muscular. Na ausencia da distrofia, a membrana da fibra muscular se torna mais fragil e mais suscetivel aos estiramentos continuos durante a contracao muscular, o que acarreta a necrose muscular. O camundongo distofico (mdx) apresenta o mesmo defeito grnetico da DMD com falta de producao de distrofina e degeneracao muscular. Ao contrario do observado na distrofia humana, porem, o modelo mdx apresenta regeneracao das fibras musculares, o que propicia ao animal desenvolver os mecanismos adaptativos necessarios para sua sobrevida. A degeneracao muscular nesses animais ocorre entre 3 e 4 semanas de vida, aumentando posteriormente ate atingir seu maximo entre 45 e 60 dias de idade. Durante este mesmo periodo ocorre o aumento da testosterona plasmatica e a maturacao sexual do animal. Paralelamente, ocorre uma regeneracao progressiva das fibras musculares que atinge seu maaximo em torno dos 70 dias de idade, periodo em as acoes ativadoras da testosterona foram estabelecidas. A concomitancia dos processos de degeneracao e regeneracao musculares maximas e o aumento da testosterona plasmatica nesses animais levou a consideracao de uma possivel relacao entre as acoes hornomais e a evolucao da disatrofia. Esta hipotese foi testada em estudos anteriores deste laboratorio, nos quais se mostrou que a evolucao da distrofia muscular, nos animais mdx, foi mais lenta e tardia em um musculo sensivel a testosterona, o elevador do anus, do que em um musculo menos sensivel o hormonio, o diafragma (Souccar e col, 1994,1995). Tendo em vista as indicacoes de uma possivel relacao entre as acoes ativadoras hormonais e a regeneracao muscular, este trabalho continuou os estudos anteriores e analisou os efeitos da distrofia muscular nos processos de liberacao espontanea e induzida do neurotransmissor nos musculos elevador do anus e diafragma do camundongo mdx em duas faces criticas da evolucao da miopia: . no animal adulto jovem , apos o estabelecimento das acoes ativadoras da testosterona pubertaria e dos processos de degeneracao e regeneracao musculares maximas, e . no animal senil, periodo em que alguns...(au)
Assunto Distrofias Musculares
Testosterona
Junção Neuromuscular
Acetilcolina
Idioma Português
Data 1998
Publicado em São Paulo: [s.n.], 1998. 147 p.
Editor Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 147 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/15674

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