Análise quantitativa do eletroencefalograma de pacientes com descargas epileptiformes rolândicas

Análise quantitativa do eletroencefalograma de pacientes com descargas epileptiformes rolândicas

Título alternativo EEG quantitative analysis in patients with rolandic epileptiform discharges
Autor Braga, Nadia Iandoli de Oliveira Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Nóbrega, João Antonio Maciel Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo A importância da localização e morfologia das descargas epileptoformes interictais no EEG de pacientes com crises epilépticas é amplamente reconhecida. As descargas rolândicas (DR) têm sido associadas com a epilepsia rolândica benigna da infância (ERBI), uma forma de epilepsia comum em crianças, com quadro clínico bem definido, caráter familiar, ausência de lesão neurológica e bom prognóstico. O EEG desses pacientes apresenta, na análise visual, atividade elétrica cerebral de base normal. As DR, no entanto, podem ocorrer em outras situações clínicas. A evolução recente dos equipamentos de EEG permitiu a análise quantitativa tanto da atividade cerebral de base como das descargas epileptiformes. Estudos usando a promedicação das descargas mostram que as DR apresentam características como a ocorrência de dipolo tangencial e de "dupla espícula", que podem ter relação com o prognóstico e o quadro e o quadro clínico. Estudamops os EEG sw 24 crianças com DR quanto à comparação das descargas individuais com a premediada, local;ização do máximo de negatividade, ocorrência de dipolo tangencial e "dupla espícula"e associação com o quadro clínico. Concluímos que a ativiadade elétrica cerebral de base apresenta diferenças significantes do grupo normal, com diferenças segundo a faixa etária, sem influência de lesão neurológica e uso de medicação; as DR individuais podem apresenatr dipolo tangencial em até 20(por cento) e "dupla espícula"em até 45(por cento) sem que isto ocorra na descarga promediada; a localização preferencial é central, sendo a temporal a mais freqüente nas DR com dipolo tangencial; houve ocorrência de dipolo tangencial em 76,92(por cento) e de "dupla espícula" em 53,8(por cento) dos pacientes com ERBI típica; não houve associação entre a ocorrência de dipolo tangencial e "dupla espícula" e a lesão neurológica.
Assunto Eletroencefalografia
Epilepsia rolândica
Mapeamento encefálico
Idioma Português
Data 1998
Publicado em São Paulo: [s.n.], 1998. 117 p.
Editor Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 117 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/15732

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