Talamotomia estereotaxica VIM-VOP nas distonias secundarias a lesao cerebral nao Progressiva

Talamotomia estereotaxica VIM-VOP nas distonias secundarias a lesao cerebral nao Progressiva

Título alternativo Stereotactic Vim-VOP thalamotomy in dystonia secundary to static brain lesions
Autor Bido Franco, Jose Orlando Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo A avaliacao do resultado da taiamotomia estereotaxica nas distonias secundarias a lesao cerebral e dificultada pela multipiicidade de alvos cirurgicos e sistemas de avaliacao utilizados. Neste trabalho, dez pacientes com distonia secundaria a lesao cerebral nao progressiva e sem resposta a medicacao adequada, foram submetidos a talamotomia estereotaxica Vim-Vop no Hospital São Paulo da Universidade Federal de São Paulo - Escola Pauiista de Medicina. A media de alteracao pre-operatoria da escala de Fahn-Marsden para distonias foi de 20,5 por cento no movimento involuntario e de 25 por cento na incapacidade para atividades do cotidiano. Todos os pacientes tinham vida independente antes do procedimento. As etiologias foram paralisia cerebral (3), traumatismo craniano (tres), acidente vascular cerebral (dois), encefalite (um) e atrofia putaminal de etiologia desconhecida (um). Cinco pacientes tinham deficit piramidal associado a distonia. Os pacientes foram reavaliados com a mesma escala no pos-operatorio imediato e um, tres e seis meses depois. Em geral, todos os pacientes tiveram 25 por cento ou mais de melhora no movimento distonico, ficando sete dos dez doentes com melhora maior de 50 por cento . Com relacao a incapacidade, sete pacientes melhoraram mais de 25 por cento , um melhorou pouco (<25 por cento ) e dois ficaram pior que no pre-operatorio aos seis meses da cirurgia. A diminuicao dos movimentos distonicos se associou com melhora da incapacidade do braco em oito de dez casos, e da perna em quatro de sete. As caracteristicas e intensidade da dor melhoraram nos seis pacientes em que estava presente. As complicacoes pos-operatorias foram transitorias ou de baixa intensidade. Foram fatores de risco para pouca melhora da incapacidade neste estudo, a presenca de deficit piramidal associado, duracao > 20 anos dos sintomas distonicos, paralisia cerebral como etioiogia e historia de cirurgia pregressa no membro afetado
Assunto Distonia
Técnicas Estereotáxicas
Tálamo
Neurocirurgia
Idioma Português
Data 1998
Publicado em São Paulo: [s.n.], 1998. 115 p.
Editor Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 115 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/15842

Mostrar registro completo




Arquivos deste item

Arquivos Tamanho Formato Visualização

Não existem arquivos associados a este item.

Este item aparece na(s) seguinte(s) coleção(s)

Buscar DSpace


Navegar

Minha conta