Estudo da influência das atividades domésticas, do uso de anticoncepcional oral, prática de esportes, idade e sexo, nas queixas dolorosas do membro superior no trabalho com com movimentos repetitivos

Estudo da influência das atividades domésticas, do uso de anticoncepcional oral, prática de esportes, idade e sexo, nas queixas dolorosas do membro superior no trabalho com com movimentos repetitivos

Título alternativo Study of influence the housekeeping activities, oral contraceptives use, sports practice, age and sex in pain complaints the upper limb and/or neck in repetitive movements
Autor Nakachima, Luis Renato Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Leite, Vilnei Mattioli Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo O autor avaliou, por meio de interrogatorio, 653 funcionarios de uma industria de velocimetros, quanto a presenca de queixas dolorosas nos membros superiores e ou regiao cervical, e sua distribuicao com relacao a localizacao da dor e ao sexo. Investigou em um grupo feminino especifico (montadoras) fatores como idade, tempo na funcao, execucao de atividades do lar, pratica de esportes e uso de anticoncepcionais orais e suas relacoes com a presenca ou ausencia de queixas dolorosas. Observou que 21,9 por cento estiveram afastados pela Previdencia Social com diagnostico de LER, pelo menos uma vez, e que atualmente 7,4 por cento se encontram afastados com esse diagnostico. Encontrou 241 funcionarios com queixas de dor (36,9 por cento em 653). Quanto a localizacao, houve predominio no ombro (23,1 por cento ), seguido pela regiao cervical (22,2 por cento ), braco (l8,2 por cento ), antebraco (l7,5 por cento ), cotovelo (l7,2 por cento ), punho (l6,4 por cento ), mao (II,8 por cento ), dedos (I I,2 por cento ) e regiao escapular (3,4 por cento ). Do total, 8,7 por cento referiram dor em todo o membro superior. O membro superior mais acometido foi o direito (I 5,2 por cento ), seguido de queixa bilateral (I O,3 por cento ) e, finalmente, pelo membro superior esquerdo (7,2 por cento ). 96 Entre os funcionarios avaliados, o grupo dos montadores foi o que apresentou o numero mais significativo de trabalhadores (280 em 653) e de risco de desenvolvimento de queixas dolorosas. Analisando especificamente essa funcao, o autor observou que as mulheres apresentaram maior frequencia de queixas dolorosas em relacao aos homens (2,2:1). Entre as mulheres, a faixa etaria mais acometida foi a acima dos 40 anos de idade (57,5 por cento ) seguida pelas faixas dos 21 aos 40 anos (51,0 por cento ), e por fim aquelas com idade menor ou igual a 20 anos (41,7 por cento ). Entre as mulheres com queixas dolorosas, a media do tempo de servico (92 meses) foi maior do que a media no grupo sem queixas (82 meses). A porcentagem de montadoras com queixas dolorosas e com tempo na funcao maior do que tres anos (53,8 por cento ) foi semelhante a porcentagem do grupo com tempo de funcao superior a um ano e inferior ou igual a tres anos (53,4 por cento ). Ja as funcionarias com tempo inferior ou igual a um ano apresentaram porcentual bem inferior (7,2 por cento ). Houve maior porcentagem de queixas dolorosas...(truncado)
Assunto Transtornos traumáticos cumulativos
Doenças profissionais
Fatores de risco
Idioma Português
Data 1998
Publicado em São Paulo: [s.n.], 1998. 161 p.
Editor Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 161 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/15906

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