O impacto das mortes violentas na esperanca de vida do municipio de São Paulo (1979/1981 - 1990/1992)

O impacto das mortes violentas na esperanca de vida do municipio de São Paulo (1979/1981 - 1990/1992)

Título alternativo The impact of deaths on the life expectanty in the São Paulo city for periods 1979/1981 and 1990/1992
Autor Maia, Paulo Borlina Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Este trabalho avaliou o impacto das mortes por causas externas, e seus subgrupos de causas, na probabilidade de morte e na esperanca de vida do municipio de São Paulo para os periodos 1979/1981 e 1990/1992 segundo sexo e idade, utilizando-se como instrumento as Tabuas de Mortalidade de Multiplo Decremento. Avaliou-se tambem o impacto destas mortes na esperanca de vida ao nascer em quatro Zonas homogeneas deste municipio, para os dois periodos, segundo sexo. Verificou-se que se as Causas Externas nao tivessem sido fator de risco de morte no municipio de São Paulo, as principais reducoes na probabilidade de morte teriam ocorrido no grupo etario de 5 a 39 anos, sendo mais intensa nos homens e no periodo 1990/1992. O ganho na esperanca de vida ao nascer dos homens seria de 2,36 anos em 1979/1981 e 3,68 anos em 1990/1992. Entre as mulheres, estes ganhos seriam de O,69 anos em 1979/1981 e O,78 anos em 1990/1992. Se os Acidentes de Transito tivessem sido eliminados como fator de risco na probabilidade de morte, as principais reducoes teriam ocorrido entre os homens do grupo etario de 5 a 34 anos em 1979/1981. Os ganhos na esperanca de vida ao nascer dos homens seria de O,78 e O,73 anos, para os trienios 1979/1981 e 1990/1992, respectivamente. Entre as mulheres, estes ganhos seriam da ordem de O,31 e O,27 anos em 1979/1981 e 1990/1992, respectivamente. Se os homicidios fossem eliminados como fator de risco, as principais reducoes na probabilidade de morte ocorreriam entre os homens, no grupo etario de 15 a 34 anos, no periodo 1990/1992. O aumento na esperanca de vida ao nascer entre os homens seria de b,64 anos em 1979/1981 e 1,82 anos em 1990/1992. Entre as mulheres, este aumento seria de O,07 anos em 1979/1981 e O,15 anos em 1990/1992. Com relacao as Zonas homogeneas, verificou-se que se as Causas Externas fossem eliminadas como fator de risco de morte, os principais ganhos na esperanca de vida ao nascer entre os homens teriam ocorrido nas zonas socio-ambientais mais carentes, sendo maiores em 1990/1992. Este fato deveu-se, principalmente, a importancia dos homicidios
Assunto Mortalidade
Violência
Tábuas de Vida
Epidemiologia
Idioma Português
Data 1998
Publicado em São Paulo: [s.n.], 1998. 140 p. tabgraf.
Editor Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 140 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/16020

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