O cromossomo philadelphia: deteccao atraves de metodos citogeneticos tradicionais e de hibridacao in situ fluorescente (FISH)

O cromossomo philadelphia: deteccao atraves de metodos citogeneticos tradicionais e de hibridacao in situ fluorescente (FISH)

Título alternativo Philadelphia chromossomes: Detection by technical tradicional cytogenetic and of the fluorescent in situ hybridization (FISH)
Autor Auler-Bittencourt, Eloisa Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo A analise citogenetica de 127 amostras de 97 pacientes com suspeita ou diagnostico clinico de LMC revelou a presenca do cromossomo Ph como unica alteracao cromossomica em 76 pacientes. A translocacao reciproca t(9,22) (q34;qll) e com grande especificidade encontrada em celulas da medula ossea de pacientes com LMC. A proliferacao de celulas com a translocacao reciproca que da origem ao cromossomo Philadelphia (Ph), ocorre na medula ossea em 90-95 por cento dos pacientes portadores de Leucemia Mieloide Cronica (LMC). Em cerca de 5 por cento dos casos de LMC, a translocacao 9; 22 esta presente como um rearranjo mais complexo, nem sempre detectado pela citogenetica tradicional, simulando um cariotipo normal ou outra alteracao. As translocacoes variantes produtoras de Ph, envolvem o mesmo reagrupamento molecular que a classica t(9,22). A consequencia patogenica crucial da translocacao e a criacao de um novo gene BCR/ABL na regiao de ponto de quebra do cromossomo 22 derivativo. A proteina produto de BCR/ABL e a quinase tirosina especifica. Evidencias recentes sugerem que LMC deve ser definida pela presenca do Ph e que a ausencia desse cromossomo indica a presenca de outra sindrome mielodisplastica ou uma infermidade mleloproliferativa diferente de LMC. A minoria dos citogeneticwnente LMC Ph negativo e hematologicamente inistinguiveis do classico LMC. A aplicacao da hibridacao in situ fluorescente (FISH) tem proporcionado aos citogeneticistas complementar a analise citogenetica na identificacao de segmentos cromossomico envolvidos em rearranjos complexos, como tambem, tem se mostrado um metodo sensivel na deteccao da fusao bcr/abl, seja em nucleo interfasico ou em metafase. A terapia com interferon-alfa (IFN-a) induz a remissao hematologica em 60 por cento a 80 por cento dos casos de pacientes com LMC na fase cronica. Os pacientes nos quais se obtem resposta citogenetica significativa tem uma sobrevida maior do que os pacientes que nao respondem a terapia. Para a analise citogenetica, sao necessarias celulas em metafase, ao contrario da tecnica de hibridacao in situ fluorescente que permite a deteccao e avaliacao quantitativa da fusao bcr/abl em nucleos interfasicos. Um total de 40 amostras de aspirado de medula ossea de 19 pacientes com diagnostico de LMC foi encaminhado para a monitoracao da frequencia de celulas Ph positivas apos tratamento com IFN-a ou transplante de medula ossea. Em 12 amostras de 9 pacientes, nos quais houve alguma...(au)
Assunto Cromossomo Filadélfia
Leucemia Mielogênica Crônica BCR-ABL Positiva
Hibridização In Situ Fluorescente
Idioma Português
Data 1998
Publicado em São Paulo: [s.n.], 1998. 138 p. ilustab.
Editor Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 138 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/16032

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