Relações entre células linfomonocitárias e neutrófilos no sangue periférico de pacientes com artrite reumatóide juvenil

Relações entre células linfomonocitárias e neutrófilos no sangue periférico de pacientes com artrite reumatóide juvenil

Título alternativo Relationship between lymphomonocitarian cells and neutrophils in the peripheral blood of patients with juvenile rheumatoid arthritis
Autor Ronchezel, Marcos Vinicius Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Hilário, Maria Odete Esteves Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo A diminuicao da densidade de neutrofilos perifericos em pacientes com doencas difusas do coiageno, determina uma quantidade de neutrofilos maior do que a esperada nas suspensoes de celulas linfomonocitarias dos mesmos apos centrifugacao do sangue periferico em gradiente de Ficoll - Hypaque (FH) com densidade = 1.077 ng/ml. O objetivo deste estudo foi estudar as suspensoes de celulas linfomonocitarias obtidas atraves da separacao de leucocitos do sangue periferico de 51 pacientes com ARJ, oito com espondiloartropatia e 24 cr e adolescentes normais. A separacao de leucocitos foi feita por centrifugacao do sangue periferico em gradiente de FH (densidade = 1,077 mg/ml) e foi determinado o numero de linfocitos + monocitos e neutrofilos presentes em 500 celulas. A relacao numerica entre linfocitos + monocitos e neutrofilos (UN) foi comparada com caracteristicas clinicas e laboratoriais da ARJ. Treze pacientes estudados anteriormente foram reavaliados apos um periodo de evolucao de 8 anos. Encontramos aumento significante no numero de neutrofiios nas suspensoes celulares da interfase de FH, em relacao aos individuos normais, em pacientes com o tipo evolutivo poliarticular da ARJ e em menor intensidade no tipo pauciarticular. Os pacientes com ARJ que apresetaram tipo de inicio sistemico ou poliarticular, duracao da doenca igual ou inferior a cinco anos, atividade clinica atual, alteracao da velocidade de hemossedimentacao e dos niveis da proteina C reativa, tambem apresentaram maior numero de neutrofilos nas suspensoes de celulas linfomonocitarias. Dos 13 pacientes reavaliados apos oito anos, sete apresentaram alteracao da densidade na avaliacao inicial. Destes, seis evoluiram para uma forma grave de ARJ poliarticular. Os seis pacientes restantes, que nao apresentaram alteracao da densidade de neutrofilos evoluiram com uma forma menos agressiva da ARJ. A densidade de neutrofilos perifericos pode ser utilizada como reagente de fase aguda e tambem como preditor de pior prognostico na ARJ-
Assunto Neutrófilos
Artrite juvenil
Contagem de células
Centrifugação com gradiente de concentração
Idioma Português
Data 1999
Publicado em São Paulo: [s.n.], 1999. 111 p. tab.
Editor Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 111 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/16197

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