Frequência da microftalmia associada à catarata congênita, sua frequência etiológica e o resultado visual pós-cirúrgico

Frequência da microftalmia associada à catarata congênita, sua frequência etiológica e o resultado visual pós-cirúrgico

Título alternativo Frequency and ethiological frequency of congenital catarat associated with microphthalmia and postoperative visual results
Autor Kitadai, Silvia Prado Smit Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Nishi, Mauro Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Dos 1050 pacientes atendidos no ambulatorio de catarata congenita da UNIFESP-EPM, no periodo de dezembro de 1989 a dezembro de 1998, foram estudados 76 pacientes portadores de microftalmia associada a catarata congenita. A frequencia de microftalmia associada a catarata congenita neste estudo foi de 7,23 por cento A frequencia etiologica das microftalmias associadas a catarata congenita foi assim distribuida: doencas infecciosas 42 (55,3 por cento) casos, seguidos de idiopaticas 20 (26,3 por cento), colobomas 6 (7,9 por cento), hereditarias 5 (6,6 por cento), persistencia do vitreo primario hiperplasico 2 (2,6 por cento) e associada a sindrome de Lenz 1 (l,3 por cento) caso. Dos 76 pacientes, 38 (60 olhos microftalmicos) tiveram possibilidade de cirurgia da catarata congenita e compuseram o Grupo I. O resultado da acuidade visual foi analisado, segundo a lateralidade e a idade em que foi realizada a cirurgia nas diversas etiologias. A rubeola apresentou tendencia para melhores resultados da acuidade visual nas microftalmias bilaterais As acuidades visuais dos olhos microftalmicos foram comparadas com os resultados dos olhos nao microftalmicos (Grupo II ), operados no mesmo servico, segundo as diversas etiologias. Nos casos de cataratas congenitas bilaterais, os olhos microftalmicos operados ate os quatro meses de idade mostraram tendencia a ter resultado visual pior, quando comparados com o Grupo II (nao microftalmico), e o resultado da acuidade visual nao diferiu entre os Grupos I e II quando a cirurgia ocorria apos os quatro meses de idade. Se considerarmos acuidades visuais iguais e acima de 20/200 (cegueira legal) como bem sucedidos, nesta pesquisa os olhos microftalmicos afacicos que atingiram esses indices foram: na rubeola (82,7 por cento), nas hereditarias (75,0 por cento), nas idiopaticas (58,3 por cento) e na toxoplasmose (44,4 por cento). Nas cataratas unilaterais, devido ao pequeno numero de pacientes, nao foi possivel detectar diferencas significantes no resultado visual, quando comparamos os Grupos I e II e as idades em cada grupo
Assunto Catarata/congênito
Oftalmopatias hereditárias
Afacia pós-catarata
Microftalmia
Idioma Português
Data 1999
Publicado em São Paulo: [s.n.], 1999. 92 p. ilustab.
Editor Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 92 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/16468

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