A instalacao e disseminacao intra-alveolar pelo Paracoccidioides brasilienses na e influenciada por laminina

A instalacao e disseminacao intra-alveolar pelo Paracoccidioides brasilienses na e influenciada por laminina

Título alternativo The inalation and dissemination of intra-alveolar infection by Paracoccidioides brasiliensis is not influenced by laminin
Autor Andre, Denise Cristina Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Trabalhos anteriores demonstraram a interacao de um componente da matriz extracelular, laminina, com uma proteina de P. brasiliensis, a glicoproteina gp43. Estudos in vitro e in vivo sugerem que esta ligacao aumente a adesao do fungo ao tecido hospedeiro influenciando na patogenicidade fungica. Com o objetivo de verificar o papel da laminina na patogenicidade fungica e nos parametros imunologicos decorrentes desta infeccao, utilizamos o modelo pulmonar de infeccao de camundongos resistentes (A/Sn) e suscetiveis (BlO.A) ao fungo. Camundongos foram inoculados i.t. com o isolado virulento (Pbl8) de P. brasiliensis, na ausencia (controle) e na presenca de laminina. Tanto os animais controle, como os infectados com o fungo tratado com laminina, de ambas as linhagens, apresentaram numero constante de celulas fungicas viaveis nos pulmoes (2 a 12 semanas pos-infeccao) e a disseminacao para o figado e baco ocorreu somente na linhagem B1O.A apos a 4ª semana de infeccao. O tratamento com laminina nao alterou a anergia nos testes de hipersensibilidade do tipo tardio caracteristica de animais suscetiveis, assim como a reatividade cutanea de animais resistentes. A presenca de laminina tambem nao alterou o padrao isotipico de anticorpos produzidos por camundongos B1O.A (altos niveis de lgG1, lgG2a e lgG2b), apesar de haver retardado o aparecimento dos mesmos. A analise histopatologica dos pulmoes de animais inoculados com fungos tratados ou nao tratados com laminina, revelou um padrao equivalente de lesoes em ambos os grupos de animais. A unica diferenca observada, foi uma menor intensidade de lesoes inflamatorias (2ª e 4ª semana pos-infeccao), em animais que receberam P. brasiliensis pre-incubado com laminina. Este fato poderia estar sendo modulado por diferencas de secrecao de citocinas pro e anti-inflamatorias. Entretanto, quando avaliamos o perfil de producao de IFN-g, II-4 e IL-12 no sitio de infeccao, nao detectados diferencas significantes. Em conclusao, no modelo de infeccao pulmonar de camundongos isogenicos, o tratamento com laminina parece nao interferir na patogenicidade do fungo, assim como nos parametros de imunidade celular e humoral desenvolvidos por camundongos suscetiveis e resistentes
Assunto Paracoccidioidomicose
Paracoccidioides
Laminina
Idioma Português
Data 1999
Publicado em São Paulo: [s.n.], 1999. 84 p. ilustab.
Editor Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 84 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/16510

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