Desfecho neonatal de recem-nascidos em apresentacao pelvica, com peso entre 1000 e 2000g, de acordo com a via de parto

Desfecho neonatal de recem-nascidos em apresentacao pelvica, com peso entre 1000 e 2000g, de acordo com a via de parto

Título alternativo Neochild birth ending of newborn in pelvic presentation, with a weight ranging between 1000 and 2000g, according to the way of birth to be executed
Autor Xavier Junior, Marcelino Fortunato Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Motivados pelos resultados discordantes em diversos trabalhos apresentados e pelo fato de que a indicacao rotineira da cesariana nao e aceita por todos autores, realizamos este estudo com a pretensao de verificar qual seria a melhor via de parto frente ao pelvico prematuro, correlacionando as mesmas com o prognostico neonatal, dentro das variaveis estudadas. Investigamos retrospectivamente 64 casos de partos pelvicos nascidos de parto cesareo e 23 casos nascidos de parto vaginal, em fetos vivos pesando entre 1000 e 2000 gramas, nascidos no periodo de Dezembro de 1984 a Dezembro de 1996, assistidos pela Disciplina de Obstetricia da Escola Paulista de Medicina. Comparamos os resultados obtidos em ambas as vias de parto com as seguintes variaveis: idade materna, numero de gestacoes, paeidade, presenca ou nao de cesariana previa, estado da bolsa das aguas na admissao, dilatacao cervical na admissao, peso do recem-nascido, indice de Apgae (primeiro e quinto minuto), necessidade de reanimacao do recem-nascido na sala de parto, presenca ou nao de tocotraumatismo no recem-nascido, diagnostico de hemorragia intracraniana no recem-nascido, numero de dias de internacao hospitalar no bercario e obito intra-hospitalar. Nosso trabalho mostrou exatamente que o dobro de pacientes foram submetidos ao parto cesareo, comparando-se ao parto vaginal. A grande maioria foi composta por pacientes jovens e nuliparas. Com relacao aos tocotraumatismos, eles foram mais evidenciados em recem-nascidos de parto vaginal, porem casos graves como de envolvendo hemorragia intracraniana nao foram mais prevalentes nos nascidos de parto vaginal. Nao observamos dados estatisticos significantes com relacao ao indice de Apgar, ao numero de dias de internacao e ao obito neonatal. Nossos achados e a analise de dados relatados na literatura nos encorajaram a afirmar que, mesmo com maior incidencia de tocotraumatismos, a via de parto vaginal deve ser sempre lembrada como escolha frente a este tipo de parturicao
Assunto Apresentação Pélvica
Prematuro
Idioma Português
Data 1999
Publicado em São Paulo: [s.n.], 1999. 62 p. tab.
Editor Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 62 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/16653

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