Uso do escore prognostico APACHE II para pacientes com insufiCiência renal aguda (IRA) tratados fora da unidade de terapia intensiva (UTI)

Uso do escore prognostico APACHE II para pacientes com insufiCiência renal aguda (IRA) tratados fora da unidade de terapia intensiva (UTI)

Título alternativo Use of score prognostic APACHE II in patients with acute renal failure treated without intensive care unit
Autor Suassuna, Natalia Maria da Silva Fernandes Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo OS objetivos deste estudo foram: investigar as diferencas entre Pacientes COM IRA tratados na UTI e fora da UTI, comparar o escore Prognostico APACHE II com o ATN-ISS e determinar se o escore APACHE II pode ser utilizado para pacientes com IRA fora da UTI. Para isto foram acompanhados , numa coorte prospectiva, no periodo de 01 de fevereiro a 30 de novembro de 1997, 205 pacientes com IRA, sendo 9 excluidos por terem sido transferidos de hospital. Assim, a Populacao final estudada foi de 196 pacientes. Foram analisados dados demograficos, condicoes pre-existentes, falencia de orgaos e caracteristicas da IRA. Os escores prognosticos APACHE II e ATN-ISS foram realizados no dia da avaliacao do neurologista. A Media de idade foi de 52n18 anos, 50 por cento eram do sexo masculino, 69 por cento eram brancos, 45 por cento foram tratados em UTI e 55 por cento em outras idades. No grupo UTI havia 70 pacientes e 24 destes encontravam-se fora da UTI a admissao no estudo. Dezenove pacientes (lO por cento do total de pacientes estudados) foram tratados com pacientes de terapia intensiva em unidades de dados intermediarios ou semi-intensivas: pronto socorro, enfermaria de doencas infecciosas e parasitarias, enfermaria de gastroenterologia clinica e enferrmaria de clinica medica. Estes 19 pacientes nao diferiram dos pacientes dos em UTI com relacao aos dados demograficos, condicoes pre-existentes e media dos escores prognosticos. Assim, eles foram analisados em conjunto com os 7O pacientes tratados na UTI. No grupo nao-UTI havia 107 pacientes. A mortalidade no grupo UTI foi de 85 por cento e no grupo nao-UTI foi 18 por cento. Observamos que os fatores que se correlacionaram com maior mortalidade foram mais prevalentes na UTI: idade, sexo masculino, IRA hospitalar, falencia de orgaos, sepse, IRA de causa septica, oliguria e necessidade dialitica. Na analise de sobreviventes vs nao sobreviventes de cada grupo vemos que oliguria nao correlacionou-se com mortalidade no grupo UTI. No contexto geral, os mercadores prognosticos foram os mesmos para os grupos UTI e nao-UTI. O escore APACHE II obteve discriminacao similar nos grupos UTI e nao-UTI e sua calibracao foi melhor no grupo nao-UTI. O escore ATN-ISS obteve boa discriminacao tanto no grupo UTI quanto nao-UTI, porem, com relacao a calibracao houve discreta superestimacao da mortalidade no grupo nao-UTI. O escore ATN-ISS apresentou melhor capacidade de discriminacao...(au)
Assunto Estudo Comparativo
Lesão Renal Aguda
Unidades de Terapia Intensiva
Estudo Comparativo
Idioma Português
Data 2000
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2000. 86 p. tab.
Editor Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 86 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/16684

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