Papel da mucina CD43 na colonizacao e evolucao metastatica do melanoma murino B16F10

Papel da mucina CD43 na colonizacao e evolucao metastatica do melanoma murino B16F10

Título alternativo The role of CD43 mucin in the colonization and metastatic evolution of murine melanoma B16F10
Autor Fuzii, Hellen Thais Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo CD43 e uma sialoglicoproteina transmembrana muito abundante em leucocitos, monocitos, linfocitos T, linfocitos B ativados e plaquetas. Apresenta alto grau de glicosilacao (60 por cento de carboidrato), com um oligos-sacaridio O-ligado a cada tres amino acidos extracelulares. Essas caracteristicas a colocam em uma familia de mucinas de superficie, que possuem um papel importante na interacao celula-celula, progressao tumoral e metastase. Estas unidades acidicas em alta densidade na superficie celular conferem uma forte carga negativa, que tem sido associada a repulsao celula-celula. A funcao da CD43 nao esta bem esclarecida. Ha evidencias que indicam que a CD43 tem um papel na sinalizacao citoplasmatica, proliferacao de linfocitos T, ativacao de monocitos e celulas NK e adesao celular. O presente trabalho objetivou avaliar a importancia da CD43 no processo metastatico, utilizando camundongos que nao expressam o gene para CD43 (KO) em comparacao ao camundongo singeneico normal (WT). Verificou-se que os animais KO para esta proteina possuiam a capacidade de retardar a colonizacao pulmonar apos inoculacao endovenosa das celulas tumorais. Nos animais KO tambem a localizacao extra pulmonar do tumor era muito menor que a verificada nos animais WT. Contudo, essa vantagem inicial, muito acentuada ate 15 dias apos a injecao das celulas de melanoma B l6F I O, e vencida pelo tumor, de tal forma que, apos 21 dias a diferenca quantitativa na carga tumoral entre animais WT e KO diminui, e, quando se avalia a curva de sobrevida nao ha diferenca significativa entre os animais KO e WT. Para determinar quais os parametros que estariam envolvidos nessa resposta, foram considerados mecanismos imunologicos e nao imunologicos. Quanto aos mecanismos nao imunologicos focalizamos tanto a interacao da celula tumoral com elementos do sangue (ex. plaquetas, hemacias, leucocitos), que podem influenciar na maior ou menor embolizacao, bem como a adesao a celulas endoteliais. A embolizacao seria um mecanismo pelo qual as celulas tumorais seriam retidas em sitios contiguos ao orgao alvo da metastase. Avaliou-se entao a capacidade da celula tumoral de aderir a plaquetas e esplenocitos dos animais KO e WT. Observou-se que as plaquetas e esplenocitos provenientes de animais KO aderiam melhor as celulas tumorais, e que a aderencia a plaquetas era estimulada por trombina ou TRAP. Contudo, medindo a radioatividade de celulas...(au)
Assunto Mucinas
Melanoma
Metástase Neoplásica
Idioma Português
Data 2000
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2000. 79 p. ilustabgraf.
Editor Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 79 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/16700

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