Streptococcus pneumoniae isolado de nasofaringe em crianças sadias e com pneumonia de fortaleza: sorogrupos e resistência aos antibióticos

Streptococcus pneumoniae isolado de nasofaringe em crianças sadias e com pneumonia de fortaleza: sorogrupos e resistência aos antibióticos

Título alternativo Nasopharyngeal streptococcus pneumoniae isolate from health and pneumonia children in Fortaleza, Brazil: serogroups and antibiotic resistance
Autor Rey, Luis Carlos Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Farhat, Calil Kairalla Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo As pneumonias por pneumococos são importante causa de morbi-mortalidade de crianças em nosso meio. As crescentes taxas de resistência à penicilina e outras drogas são hoje motivo de preocupação no mundo todo. Para comparar as taxas de colonização, a resistência às drogas e os sorogrupos de pneumococos isolados de nasofaringe de crianças com e sem pneumonia, 911 crianças menores de cinco anos, 482 com pneumonia e 429 sadias foram recrutadas aleatoriamente em creches e postos de vacinação de Fortaleza. De 500 (54,9 por cento) amostras de pneumococo isoladas de nasofaringe, a colonização nos controles usuários de creches atingiu 71,8 por cento, contra 50,4 por cento nas crianças com pneumonia. A triagem pelo disco de oxacilina revelou sensibilidade reduzida à penicilina em 64"/o das amostras; foram determinadas as concentrações inibitórias mínimas (CIW de oito antibióticos em 441 amostras (88,2 por cento). Os níveis de CIM mostraram 44,9 por cento de resistência intermediária e 3,6 por cento de resistência plena à penicilina. As taxa de resistência plena dos pneumococos aos demais antibióticos foram: cotrimoxazol, 41,7 por cento, eritromicina 23,1 por cento, clindamicina 18,5 por cento, cloranfenicol 6,6 por cento, rifampicina 2,7 por cento, ceftriaxona I, I por cento e vancomicina O por cento. Os sorogrupos mais prevalentes em 269 amostras testadas foram 6, 19, 23, 14, 15, 9, 16, 11 e 18. Os sorogrupos 6, 14, 19 e 23 constituíram 78 por cento da amostra, sendo mais freqüentes nas pneumonias (83,7 por cento) do que nos controles (72,9 por cento) e apresentaram maiores taxas de resistência à penicilina (86,2 por cento contra 50,83 por cento). Em conclusão, observamos que a resistência dos pneumococos à penicilina e ao cotrimoxazol em crianças portadoras foi elevada, associada à permanência em creches, ao consumo prévio de antibióticos e aos sorogrupos 6, 14, 19 e 23, mas não associada ao estado clínico.
Assunto Infecção
Pneumonia
Penicilinas
Resistência às penicilinas
Streptococcus pneumoniae
Idioma Português
Data 2000
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2000. 127 p. tabgraf.
Editor Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 127 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/16712

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