Da contribuição do aumento do ritmo de estimulação nas respostas auditivas do tronco encefálico em indivíduos normais e com esclerose múltipla.

Da contribuição do aumento do ritmo de estimulação nas respostas auditivas do tronco encefálico em indivíduos normais e com esclerose múltipla.

Título alternativo Contribution of high stimulus rate in auditory brain stem responses in normals and multiple sclerosis
Autor Santos, Marco Aurélio Rocha Autor UNIFESP Google Scholar
Orientador Munhoz, Mário Sérgio Lei Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo O objetivo deste estudo empregando-se as Respostas Auditivas do Tronco Encefálico (ABR), foi o de analisar em indivíduos normais e em portadores de Esclerose Múltipla (EM), comparativamente, os efeitos da utilização de ritmos de estimulação acima de 30 “clicks” por segundo ( /s) nas latências absolutas das ondas I, III e V, e nos intervalos interpicos I – III, III – V e I - V. Participaram do estudo 40 indivíduos do sexo feminino e 29 do masculino, divididos em grupo controle e grupo com diagnóstico de EM. O grupo controle constituiu-se de 20 mulheres e 20 homens, sem história pregressa de doença neurológica ou otorrinolaringológica. O grupo de EM constituiu-se de 20 mulheres e 9 homens que apresentavam diagnóstico definido pela classificação de POSER (1983). A pesquisa das ABR foi realizada com os seguintes parâmetros: como estímulo acústico, foi utilizado o “click” de 100 ms de duração, com intensidade de 60 dB pico equivalente de nível de pressão sonora (pe NPS) acima do limiar psicoacústico, obtido com o “click”, de cada indivíduo, polaridade rarefeita, em número de 2000, em apresentação monoaural por transdutor supraural TDH – 39, utilizando-se de mascaramento contralateral, com ruído branco, filtros de 100 Hz e 2500 Hz, com janela de 12 milisegundos. A estimulação foi feita com ritmo em 11 “clicks”/s na orelha direita, seguido da orelha esquerda. Posteriormente, cada orelha foi estimulada com “clicks” de mesma intensidade, aumentando-se, progressivamente, o estímulo para 31, 51, 61 e 71 “clicks” /s. A análise estatística para comparação entre os grupos foi feita baseada na Análise de Variância com fatores independentes e com medidas repetidas. Concluiu-se que houve diferença estatisticamente significante na latência absoluta da onda III entre o grupo controle e o grupo de EM, utilizando-se ritmos de estimulação em 51 e 61 “clicks” /s, e houve diferença estatisticamente significante na latência absoluta da onda V entre o grupo controle e o grupo de EM, utilizando-se ritmos de estimulação em 51 e 61 “clicks” /s no sexo masculino e em todos os ritmos de estimulação, acima de 30 “clicks” /s no feminino, sendo estas diferenças maiores no grupo de EM. Houve diferença estatisticamente significante no intervalo interpico I - III entre o grupo controle e o grupo de EM, utilizando-se ritmos de estimulação em 51 e 61 “clicks” /s no sexo feminino, e utilizando-se ritmo de estimulação em 61 “clicks” /s no sexo masculino, sendo esta maior no grupo de EM..
Assunto Potenciais evocados auditivos
Estimulação acústica
Esclerose múltipla
Idioma Português
Data 2001
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2001. 87 p. tab. ,graf.
Editor Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 87 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/17416

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