Deteccao da perda de heterozigosidade no gene IRF-1 em pacientes portadores de sindrome mielodisplasica e leucemia mieloide aguda

Deteccao da perda de heterozigosidade no gene IRF-1 em pacientes portadores de sindrome mielodisplasica e leucemia mieloide aguda

Título alternativo Detection of loss of heterozygosity of the IRF-1 gene in myelodysplastic syndrome and acute leukemia patienmnts
Autor Serio, Francine Menotti Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Delecoes intersticiais no braco longo do cromossomo 5 (5q), 7(7q) ou a perda total do cromossomo 5 (-5) ou 7 (-7) sao as alteracoes cromossomicas mais frequentes em SMD, LMA evoluida de SMD e LMA pos-tratamento com agentes alquilantes ou radioterapia. A banda 5q31 frequentemente deletada nos casos SMD e LMA e a perda invariante do locus 5q31.1 indicam a existencia de um gene regulador que pode funcionar recessivamente levando a especulacao que essa regiao contem um gene supressor tumoral que desempenha papel importante na patogenese dessas doencas. Dentre os genes de importancia hemopoetica intensivamente estudados: CSF1R, EGR-9 e IRF-9, o que tem recebido mais atencao e o gene IRF-1, um ativador transcricional de genes criticos para a supressao de crescimento, diferenciacao e apoptose que reside na banda 5q31.1. Objetivo: Avaliar atraves da PCR microssatelite, a LOH na regiao mais frequentemente deletada em SMD e LMA, a 5q31, e comparar esse resultado com a citogenetica classica. Metodos: Foram estudados 45 pacientes com diagnostico de SMD e LMA. 0 estudo citogenetico foi realizado em material aspirado de medula ossea. A PCR microssatelite foi realizada utilizando um microssatelite intragenico no gene IRF-1 comparando celulas malignas de aspirado de medula ossea com tecido normal derivado de raspado bucal. Resultados: Analise citogenetica demonstrou cariotipo anormal em 33,3 por cento dos casos. Seis por cento (2/30) dos casos informativos, ou seja heterozigotos, apresentaram LOH. Um era LMA com displasia de multiplas linhagens e o outro era LMA secundaria a radioterapia, sugerindo que, de fato, a perda deste microssatelite intragenico pode desempenhar papel ainda que discreto na progressao dessa doenca. Porem, a baixa frequencia observada indica que outros fenomenos devem estar envolvidos. Conclusao: Foi detectada LOH em 6 por cento dos casos informativos, indicando que a perda desse microssatelite intragenico pode desempenhar papel na progressao da doenca. A LOH nao foi um fenomeno frequente na populacao estudada. A associacao da PCR...(au)
Assunto Síndromes Mielodisplásicas
Leucemia Mieloide Aguda
Perda de Heterozigosidade
Idioma Português
Data 2002
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2002. 62 p. ilustab.
Editor Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 62 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Dissertação de mestrado
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/17924

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