Mielite transversa pós-infecciosa e espinha bifida toracica: registro de um caso

Mielite transversa pós-infecciosa e espinha bifida toracica: registro de um caso

Título alternativo Post-infectious transverse myelitis and thoracic spina bifida: report of a case
Autor Andrade, Luiz Augusto Franco de Autor UNIFESP Google Scholar
Rosado, Pedro Simões Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Faculdade de Medicina de Belém
Resumo The patient, a 30 year-old man, dentist, started having an influenza-like infection which lasted five days, with malaise, muscle pain throughout the body and fever- One day before the hospital admission he presented urinary retention followed in the next day by ataxia and numbness sensation in both feet and lower third of his legs. The neurological examination disclosed a thoracic spinal cord impairment at T9-T10 level and the diagnosis of a post- infectious transverse myelitis was made. The plain Rx of the spine showed a spina bifida oculta in the T7 vertebra, which is roughly at the same level of the T9-T10 spinal cord segment. An iodinated myelography showed no abnormalities. The CSF examination showed small increase in the white cells (6.4 cells/cu.mm). The patient received dexamethasone (4.5g/day) and two weeks later was entirely free of symptoms. The authors think that the congenital bone defect (spina bifida) might have played a role in the development of the myelitis, probably because of an ontogenetically determined vulnerable point (locus minor resistentia) at that level, either anatomical or immunological.

Os autores registram um caso de mielite transversa pós-infecciosa em paciente que apresenta espinha bifida oculta torácica, no mesmo nível. Estas duas condições clínicas são infreqüentes e o fato de surgirem em um mesmo paciente e, ainda, no mesmo nível, leva ao raciocínio de que estejam relacionadas uma à outra. Os autores pensam que o defeito congênito vertebral estabeleceu um ponto vulnerável naquela área predispondo o paciente a que ali se estabelecesse a complicação medular pós-infecciosa (locus minor resistentia).
Idioma Português
Data 1984-03-01
Publicado em Arquivos de Neuro-Psiquiatria. Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO, v. 42, n. 1, p. 64-67, 1984.
ISSN 0004-282X (Sherpa/Romeo)
Editor Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO
Extensão 64-67
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0004-282X1984000100012
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0004-282X1984000100012 (estatísticas na SciELO)
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/192

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Nome: S0004-282X1984000100012.pdf
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