Preparation of the saphenous vein for coronary artery bypass grafting: a new technique no touch that maintains the vein wall integral and provides high immediate patency

Preparation of the saphenous vein for coronary artery bypass grafting: a new technique no touch that maintains the vein wall integral and provides high immediate patency

Título alternativo Preparo da veia safena na cirurgia de revascularização miocárdica: uma nova técnica -no touch- que mantém a parede da veia íntegra e proporciona uma alta perviabilidade imediata
Autor Souza, Domingos S. R. Google Scholar
Dashwood, Michael R. Google Scholar
Tonazi, Alan Google Scholar
Johansson, Benny Google Scholar
Buffolo, Enio Autor UNIFESP Google Scholar
Lima, Ricardo Google Scholar
Filbey, Derek Google Scholar
Bomfim, Vollmer Google Scholar
Instituição University Hospital of Örebro Cardiothoracic Surgery Division
University Hospital Royal Free College Medical School Molecular Pathology and Biochemical Division
Hospital do Servidor Público Estadual
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Hospital Oswaldo Cruz Cardiothoracic Surgery Division
Resumo BACKGROUND: The technique of harvesting the saphenous vein (SV) for coronary artery bypass grafting (CABG) influences the fate of vein grafts. A new no touch (NT) technique of SV preparation was developed where the vein is harvested with a pedicle of surrounding tissue, which protects the vein from spasms therefore obviating the need for distension. METHOD: A prospective randomized study in 156 patients who underwent CABG was performed comparing three SV harvesting techniques. The techniques were conventional (c) (adventitial stripping of the vein, manual distention and storing in saline solution); Intermediate (I) (after adventitial stripping, the vein was left in situ, covered with a papaverine-soaked compress, and stored in heparinized blood); and no touch (SV dissected with its surrounding tissue was left in situ, covered with a saline-soaked compress and stored in heparinized blood). A morphological study of the endothelium was preformed using scanning electronic microscopy and an angiographic assessment of the vein graft patency was performed at 18 months mean follow-up time. Also an immunohistochemistry assessment was performed to identify the enzyme, nitric oxide synthase (NOS) in the vein wall. RESULTS: The preservation of the endothelial cell integrity was greater with the no touch technique than with the other procedures. At angiographic follow up, the patency for NT was 95.4%, 88.9% for grafts in group C and 86.2% for grafts in group I. The immunohistochemistry assessment revealed NOS in all three layers of the vein wall that was prepared by the no touch technique. However, a great reduction of this enzyme in veins treated by the conventional technique was observed. CONCLUSION: The endothelial integrity and NOS activity were better preserved when using the no touch technique for vein graft harvesting. The vasorelaxation and thrombo-resistant activities of nitric oxide (NO) may be responsible for the reduced of vasospasms and improved patency rate. Furthermore, the mechanical properties provided by the cushion of surrounding tissue in graft harvested by NT technique may contribute to the observed high patency rate.

OBJETIVO: O objetivo deste trabalho é apresentar uma nova técnica no touch de preparo da veia safena e sua importância clínica. Esta nova técnica consiste na retirada da veia safena do seu leito, juntamente com um pedículo de tecido adiposo, protegendo a veia contra espasmos e, conseqüentemente, da necessidade de distendê-la durante a operação. MÉTODO: O estudo foi realizado em dois tempos: 1) Inicialmente, foi realizado um estudo prospectivo e randomizado, envolvendo 156 pacientes que foram submetidos à operação de revascularização miocárdica. Neste estudo nós comparamos a técnica no touch (NT) com duas outras: a convencional (C) e a intermediária (I). Foi feita uma avaliação detalhada da morfologia endotelial, utilizando a microscopia eletrônica, enquanto que a perviabilidade das pontes foi determinada com um exame angiográfico executado num período médio de 18 meses após a operação. 2) Finalmente, a enzima óxido nítrico síntase (NOS) foi identificada com ajuda do estudo imunohistoquímico e também pela localização auto-radiográfica de (3H)-L- Nitro-Arginina (NOARG). RESULTADOS: A avaliação morfológica mostrou integridade endotelial de 97% nas veias que foram tratadas pela técnica NT; enquanto quase metade da superfície endotelial das veias tratadas pelas outras duas técnicas exibiu ausência de células endoteliais. O exame angiográfico revelou perviabilidade de 95,4% para as pontes do grupo NT, 88,9% para as pontes do grupo (C) e 86,2% para as pontes do grupo (I). O estudo imunohistoquímico revelou a presença de NOS nas três camadas que compõem a parede da veia quando, as mesmas, foram tratadas pela técnica NT. Por outro lado, foi observada uma elevada redução desta enzima nas veias que foram tratadas pela técnica (C). A análise auto-radiográfica confirmou os resultados imunohistoquímicos. CONCLUSÃO: A integridade endotelial e a atividade da enzima óxido nítrico síntase foram melhor mantidas com o uso da técnica NT no preparo da veia safena. A atividade vasodilatadora e bloqueadora da agregação plaquetária causada pelo óxido nítrico (NO) pode ser a responsável pela proteção da veia contra o espasmo, como também pela alta perviabilidade imediata da mesma. Além disso, as propriedades mecânicas providas pelo tecido gorduroso em volta da veia, contribuíram para o melhor resultado desta nova técnica.
Assunto Saphenous vein
Endothelium, vascular
Myocardial revascularization
Veia safena
Endotélio vascular
Revascularização miocárdica
Idioma Inglês
Data 2003-12-01
Publicado em Revista Brasileira de Cirurgia Cardiovascular. Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular, v. 18, n. 4, p. 303-311, 2003.
ISSN 0102-7638 (Sherpa/Romeo)
Editor Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular
Extensão 303-311
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0102-76382003000400003
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0102-76382003000400003 (estatísticas na SciELO)
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/1947

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