Avaliacao entre Refluxo Proximal e Refluxo Distal com o emprego de pHmetria em voluntarios sadios e sua relacao com pacientes portadores da Doenca do Refluxo Gastroesofagico

Avaliacao entre Refluxo Proximal e Refluxo Distal com o emprego de pHmetria em voluntarios sadios e sua relacao com pacientes portadores da Doenca do Refluxo Gastroesofagico

Título alternativo Evaluation Between Reflux Proximal and Distal reflux by pHmetry in Healthy Volunteers and Their Relationship with Patients with Gastroesophageal Reflux Disease
Autor Pannocchia Neto, Sebastiao Carlos Autor UNIFESP Google Scholar
Resumo Introdução: O limiar para o refluxo acido patologico proximal e um tema controverso no tratamento de pacientes com a DRGE. Apesar de varios estudos anteriores terem tentado estudar o limite normal para o refluxo proximal em voluntarios saudaveis, nenhum valor e universalmente aceito. A maioria dos valores se baseia em numeros absolutos. Consideramos a hipotese de que um valor relativo representando a relacao quantitativa entre a quantidade de refluxo acido que atinge niveis proximais e a quantidade de refluxo distal poderia ser um parametro mais adequado para definir refluxo proximal. Metodo: Foram estudados tres grupos. Grupo 1: 20 voluntarios saudaveis (idade mediana de 30 (27-40) anos, 70% mulheres), sem DRGE; Grupo 2: 50 pacientes (idade mediana de 51 (37-68) anos, 60% mulheres) com sintomas esofagicos da DRGE (regurgitacao, azia), e Grupo 3: 50 pacientes (idade mediana de 49 (40-56) anos, 60% mulheres) com sintomas extraesofagicos da DRGE. Todos os individuos foram submetidos a manometria e pHmetria com duplo sensor. DRGE foi definida como uma pontuacao DeMeester >14,7. A razao entre refluxo proximal /distal foi calculada para todos os 6 parametros que constituem o indice de DeMeester. Resultados: Numeros absolutos para o refluxo proximal nao foram diferentes quando os 3 grupos foram comparados com excecao do numero de episodios de refluxo que foi maior para os pacientes com DRGE e sintomas esofagicos 3,5 (1-15), em comparacao com pacientes com DRGE e sintomas extraesofagicos 1 (0-4) (p=0,007). Quanto a relacao proximal / distal os tres grupos mostraram resultados semelhantes, com excecao para a relacao entre o numero de episodios de refluxo que foi maior para os voluntarios 0,2 (0,0-1,0) em comparacao a pacientes com DRGE e sintomas extraesofagicos 0 (0-0,1) (p=0,003) e maior para os pacientes com DRGE e sintomas esofagicos 0,08 (0,02-0,2) comparado aos com sintomas extraesofagicos (p=0,02). Conclusao: Estes resultados podem sugerir que a sensibilidade esofagica e nao exposicao acida esofagica pode ser a responsavel por sintomas extraesofagicos
Assunto Humanos
Refluxo Gastroesofágico
Monitoramento do pH Esofágico
Refluxo Laringofaríngeo
Sinais e Sintomas Digestórios
Humanos
Idioma Português
Data 2013
Publicado em São Paulo: [s.n.], 2013. 49 p.
Editor Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Extensão 49 p.
Direito de acesso Acesso restrito
Tipo Tese de doutorado
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/22766

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