Imunofluorescência indireta no pênfigo foliáceo endêmico. contribuição para sua padronização

Imunofluorescência indireta no pênfigo foliáceo endêmico. contribuição para sua padronização

Título alternativo Indirect immunofluorescent reaction in endemicus pemphigus foliaceus
Autor Friedman, Horácio Google Scholar
Campbell, Iphis T. Google Scholar
Alvarez, Rosicler Rocha Autor UNIFESP Google Scholar
Diaz, Luis A. Google Scholar
Castro, Raymundo Martins De Autor UNIFESP Google Scholar
Roitman, Isaac Google Scholar
Parreiras, Rosa M. Google Scholar
Raick, Alberto N. Google Scholar
Instituição Fundação Universidade de Brasília Laboratório de Patologia e Serviço de Dermatologia
Johns Hopkins Medical Institutions Department oí Dermatology
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Fundação Universidade de Brasília. Brasília Laboratório de Microbiologia e Imunologia
Resumo The aim of the present research was to standardize the indirect immunofluorescence reaction for Endemic Pemphigus Foliaceus (Fogo Selvagem). We found that fresh human skin was the ideal substrate and could proceed from foreskin, head, neck, or anterior abdominal wall. PBS pre-washing of the skin preceding the incubation with the serum should be avoided since the antigenicity might be diminished. TAS-calcium preserves the Pemphigus antigenic properties of the skin and shall be preferred as the diluent for the sera. Albumin-coated slides are useful because they increase the adherence of the skin sections. The conjugate appropriate dilution is convenientely determined by the radial immunodiffusion test (Ouchterlony method). So far as the correlation between the antibody titer and the clinical activity is concerned, we concluded that a titer of 160 or more was of bad prognosis, since it was associated with the generalized form of the disease or with cases of the localized form refractory to the usual therapy. Nevertheless, this assumption needs confirmation by further studies involving an appropriate clinical approach.

O propósito da presente investigação foi padronizar a reação de imunofluorescência indireta para Pênfigo Foliáceo Endêmico (Fogo Selvagem). Verificamos que a pele humana normal é o substrato ideal e que pode proceder de prepúcio, cabeça, pescoço ou da parede abdominal anterior. A lavagem prévia da pele precedendo a incubação com o soro deve ser evitada pois a antigenicidade pode ser diminuída. O TAS-cálcio preserva as propriedades antigênicas da pele e deve ser preferido como diluente para os soros. Lâminas cobertas com albumina são úteis porque aumentam a aderência dos cortes de pele. A diluição apropriada do conjugado é convenientemente determinada pelo teste de imunodifusão radial (método de Ouch-terlony). Com referência à correlação entre título de anticorpos e atividade clínica, concluímos que um título igual ou maior do que 160 era de mau prognóstico pois estava associado à forma generalizada da doença ou à casos de forma localizada refratários à terapêutica usual. Contudo, esta obervação requer confirmação através de estudos que envolvam uma abordagem clínica apropriada.
Assunto Pênfigo foliáceo endêmico
Imunofluorescência indireta
Idioma Português
Financiador Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
Data 1989-06-01
Publicado em Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo. Instituto de Medicina Tropical, v. 31, n. 3, p. 158-168, 1989.
ISSN 0036-4665 (Sherpa/Romeo)
Editor Instituto de Medicina Tropical
Extensão 158-168
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0036-46651989000300005
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0036-46651989000300005 (estatísticas na SciELO)
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/244

Mostrar registro completo




Arquivos deste item

Nome: S0036-46651989000300005.pdf
Tamanho: 1.058Mb
Formato: PDF
Descrição:
Visualizar/Abrir

Este item aparece na(s) seguinte(s) coleção(s)

Buscar DSpace


Navegar

Minha conta