Epidemiology of primary and secondary headaches in a Brazilian tertiary-care center

Epidemiology of primary and secondary headaches in a Brazilian tertiary-care center

Título alternativo Epidemiologia das cefaléias primárias e secundárias em um serviço terciário brasileiro
Autor Felício, André Carvalho Autor UNIFESP Google Scholar
Bichuetti, Denis Bernardi Autor UNIFESP Google Scholar
Santos, William Adolfo Celso dos Autor UNIFESP Google Scholar
Godeiro Junior, Clecio de Oliveira Autor UNIFESP Google Scholar
Marin, Luis Fabiano Autor UNIFESP Google Scholar
Carvalho, Deusvenir de Souza Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo OBJECTIVE: To analyze the demographic features of the population sample, the time of headache complaint until first consultation and the diagnosis of primary and secondary headaches. METHOD: 3328 patients were analyzed retrospectively and divided according to gender, age, race, school instruction, onset of headache until first consultation and diagnosis(ICHD-II, 2004). RESULTS: Sex ratio (Female/Male) was 4:1, and the mean age was 40.7±15 years, without statistical differences between sexes. Approximately 65% of the patients were white and 55% had less than eight years of school instruction. Headache complaint until first consultation ranged from 1 to 5 years in 32.99% patients. The most prevalent diagnosis were migraine (37.98%), tension-type headache-TTH (22.65%) and cluster headache (2.73%). CONCLUSION: There are few data on epidemiological features of headache clinic populations, mainly in developing countries. According to the literature, migraine was more frequent than TTH. It is noteworthy the low school instruction of this sample and time patient spent to seek for specialized attention. Hypnic headache syndrome was seen with an unusual frequency.

OBJETIVO: Analisar os aspectos demográficos da população em estudo, o tempo decorrido desde o início da queixa de cefaléia até a busca pelo serviço, assim como o diagnóstico das cefaléias primárias e secundárias. MÉTODO: 3328 pacientes foram analisados retrospectivamente de acordo com sexo, idade, raça, escolaridade, tempo decorrido entre o início da cefaléia e a busca ao médico e diagnóstico (ICHD-II, 2004). RESULTADOS: A razão Mulher/Homem foi 4:1, ambos com média de idade 40,7±15anos, não havendo diferença significativa entre os sexos. Aproximadamente 65% dos pacientes eram brancos e 55% tinha menos de 8 anos de escolaridade. A duração da queixa de cefaléia até a primeira consulta foi de 1 a 5 anos em 32,99% dos pacientes. Os diagnósticos mais prevalentes foram: migrânea (37,98%), cefaléia do tipo tensional-CTT (22,65%) e cefaléia em salvas (2,73%). CONCLUSÃO: Existem poucos dados epidemiológicos de pacientes atendidos em serviços terciários, principalmente em países subdesenvolvidos. De acordo com a literatura, a migrânea foi mais prevalente que a CTT. Também é relevante observar a baixa escolaridade da população, assim como o grande tempo de espera até a primeira consulta. Um número incomum de pacientes com síndrome de cefaléia hípnica foi observado na amostra.
Assunto headache
clinic-based study
epidemiology
cefaléia
clínica terciária
epidemiologia
Idioma Inglês
Data 2006-03-01
Publicado em Arquivos de Neuro-Psiquiatria. Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO, v. 64, n. 1, p. 41-44, 2006.
ISSN 0004-282X (Sherpa/Romeo)
Editor Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO
Extensão 41-44
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0004-282X2006000100009
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0004-282X2006000100009 (estatísticas na SciELO)
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/2943

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