Sedação em medicina intensiva: uso de remifentanil na prática clínica

Sedação em medicina intensiva: uso de remifentanil na prática clínica

Título alternativo Sedation in intensive care unit: the use of remifentanil in clinical practice
Autor Leal, Patrícia Helena Da Rocha Autor UNIFESP Google Scholar
Guimarães, Hélio Penna Autor UNIFESP Google Scholar
Ivo, Ricardo Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia Divisão de Pesquisa
Resumo BACKGROUND AND OBJECTIVES: Critically ill patients frequently need to use sedative and analgesic drugs, as part of their treatment or during several procedures. It is a challenge for all intensive care providers to determine the best drug to be used for each patient, with less collateral effects. The objective of this study is to describe the background to give the use of remifentanil in intensive care clinical practice. CONTENTS: Remifentanil is a short acting opioid agonist little used in intensive care medicine. Several studies have been published, showing that remifentanil is a safe drug to be used for the sedation and analgesia for intensive care patients, still needing more information regardless to septic shock patients. CONCLUSIONS: Because remifentanil is a relatively new drug, it is not yet part of the routine drugs used for intensive care providers, although solid evidences of its safety and efficiency for critically ill patients.

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: Os pacientes em terapia intensiva freqüentemente necessitam receber sedação e analgesia para diversos procedimentos como parte fundamental do tratamento. A Medicina intensiva tem como desafio escolher o melhor fármaco analgésico para o paciente, produzindo poucos efeitos colaterais. O objetivo deste estudo foi descrever os principais fundamentos para o uso do remifentanil na prática clínica das UTI. CONTEÚDO: O remifentanil é um opióide de curta duração, relativamente novo e ainda pouco utilizado em Medicina intensiva. Com o surgimento de novos fármacos anestésicos outros esquemas terapêuticos têm sido considerados. Vários estudos já demonstraram benefícios e segurança do remifentanil em relação ao seu uso em Medicina Intensiva, mas ainda se faz necessário maior número de estudos, particularmente em relação aos pacientes sépticos. CONCLUSÕES: Por se tratar de um fármaco relativamente novo, ele ainda não faz parte da rotina de fármacos mais utilizados para sedação em Medicina Intensiva, apesar de evidências sólidas que suportam a segurança e a eficácia de seu uso em UTI.
Assunto analgesia
intensive care Medicine
opioid
remifentanil
sedation
analgesia
Medicina Intensiva
opióides
remifentanil
sedação
Idioma Português
Data 2006-06-01
Publicado em Revista Brasileira de Terapia Intensiva. Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB, v. 18, n. 2, p. 186-189, 2006.
ISSN 0103-507X (Sherpa/Romeo)
Editor Associação de Medicina Intensiva Brasileira - AMIB
Extensão 186-189
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0103-507X2006000200012
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0103-507X2006000200012 (estatísticas na SciELO)
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/3093

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Nome: S0103-507X2006000200012.pdf
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