Isquemia e reperfusão de músculo sóleo de ratos sob ação da pentoxifilina

Isquemia e reperfusão de músculo sóleo de ratos sob ação da pentoxifilina

Título alternativo Ischemia and reperfusion of the soleus muscle of rats with pentoxifylline
Autor Brasileiro, José Lacerda Google Scholar
Fagundes, Djalma José Autor UNIFESP Google Scholar
Miiji, Luciana Odashiro Nakao Google Scholar
Oshima, Celina Tizuko Fujiama Autor UNIFESP Google Scholar
Teruya, Roberto Google Scholar
Marks, Guido Google Scholar
Inouye, Celso Massaschi Google Scholar
Santos, Maldonat Azambuja Google Scholar
Instituição SBACV
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Hospital Universitário
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
UFMS
UFMS Departamento de Clínica Cirúrgica
UFMS Hospital Universitário Comissão de Residência Médica
Resumo BACKGROUND: Reperfusion of the skeletal muscle worsens existing lesions during ischemia, since the production of reactive oxygen species, associated with intense participation of neutrophils, increases the inflammatory reaction that induces tissue changes. OBJECTIVE: To evaluate the morphological and immunohistochemical changes of the skeletal (soleus) muscle of rats submitted to ischemia and reperfusion with pentoxifylline. METHODS: Sixty rats were submitted to ischemia of the pelvic limb for 6 hours induced by clamping the left common iliac artery. After ischemia, group A animals (n = 30) were observed for 4 hours and group B animals (n = 30) for 24 hours. Six animals constituted the sham group. Pentoxifylline was applied only in the reperfusion period A2 (n = 10) and B2 (n = 10), and in ischemia and reperfusion periods in A3 (n = 10) and B3 (n = 10). The soleus muscle was evaluated by histological (fiber disruption, leukocyte infiltrate, necrosis) and immunohistochemical (apoptosis through caspase-3 expression) analysis. The non-parametric tests Kruskal-Wallis and Mann-Whitney (p < 0.05) were applied. RESULTS: The changes were more intense in group B1, with fiber disruption mean scores of 2.16±0.14; neutrophilic infiltrate of 2.05±0.10; and caspase-3 expression in the perivascular area of 4.30±0.79; and less intense in group A3, with means of 0.76±0.16; 0.92±0.10; 0.67±0,15, respectively (p < 0.05). Caspase-3 was more expressive in group B1 in the perivascular area, with mean of 4.30±0.79 when compared with group B1 in the perinuclear area, with mean of 0.91±0.32 (p < 0.05) CONCLUSIONS: The lesions were more intense when observation time was longer after reperfusion, and pentoxifylline attenuated these lesions, above all when used in the beginning of ischemia and reperfusion phases.

CONTEXTO: A reperfusão de músculo esquelético piora as lesões já presentes no período de isquemia, pois a produção de espécies reativas de oxigênio, associadas à intensa participação de neutrófilos, amplia a reação inflamatória que induz alterações teciduais. OBJETIVO: Avaliar as alterações morfológicas e imuno-histoquímicas de músculo esquelético (sóleo) de ratos submetidos a isquemia e reperfusão com pentoxifilina. MÉTODOS: Sessenta ratos foram submetidos a isquemia do membro pélvico, por 6 horas, pelo clampeamento da artéria ilíaca comum esquerda. Após isquemia, os animais do grupo A (n = 30) foram observados por 4 horas, e os do grupo B (n = 30), por 24 horas. Seis animais constituíram o grupo simulado. Administrou-se pentoxifilina apenas no período de reperfusão em A2 (n = 10) e B2 (n = 10) e nos períodos de isquemia e reperfusão em A3 (n = 10) e B3 (n = 10). O músculo sóleo foi avaliado por análise histológica (dissociação de fibras, infiltrado leucocitário, necrose) e imuno-histoquímica (apoptose pela expressão da caspase-3). Foram aplicados os testes não-paramétricos de Kruskal-Wallis e Mann-Whitney (p < 0,05). RESULTADOS: As alterações foram mais intensas no grupo B1, com médias de escore da dissociação de fibras musculares de 2,16 ± 0,14, infiltrado neutrofílico de 2,05 ± 0,10 e expressão da caspase-3 na área perivascular de 4,30 ± 0,79; e menos intensas no grupo A3, com respectivas médias de 0,76 ± 0,16, 0,92 ± 0,10 e 0,67 ± 0,15 (p < 0,05). A caspase-3 mostrou-se mais expressiva no grupo B1 na área perivascular, com média de 4,30 ± 0,79, em comparação com o grupo B1 na área perinuclear, com média de 0,91 ± 0,32 (p < 0,05). CONCLUSÕES: As lesões são mais intensas quando o tempo de observação é maior após a reperfusão, e a pentoxifilina atenua essas lesões, sobretudo quando usada no início das fases de isquemia e de reperfusão.
Assunto Ischemia
reperfusion
skeletal muscle
rats
pentoxifylline
caspases
apoptosis
Isquemia
reperfusão
músculo esquelético
ratos
pentoxifilina
caspases
apoptose
Idioma Português
Data 2007-03-01
Publicado em Jornal Vascular Brasileiro. Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), v. 6, n. 1, p. 50-63, 2007.
ISSN 1677-5449 (Sherpa/Romeo)
Editor Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)
Extensão 50-63
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S1677-54492007000100008
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S1677-54492007000100008 (estatísticas na SciELO)
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/3574

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