Laboratory results in ocular viral diseases: implications in clinical-laboratory correlation

Laboratory results in ocular viral diseases: implications in clinical-laboratory correlation

Título alternativo Resultados laboratoriais nas doenças virais oculares: implicações na correlação clínico-laboratorial
Autor Marangon, Fabiana Bogossian Autor UNIFESP Google Scholar
Miller, Darlene Google Scholar
Alfonso, Eduardo Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Universidade de Miami Bascom Palmer Eye Institute
Resumo PURPOSE: To document etiology and predictive value of clinical diagnosis in laboratory confirmed viral diseases. METHODS: Reports of culture-positive cases of samples collected from patients presenting from January 1987 - December 2001 were evaluated. RESULTS: One thousand nine hundred and sixty-four (1964) cultures were submitted during 1987-2001. Twenty-six percent were positive (514). Human herpesvirus 1 was the most frequent agent isolated from all positive culture (56%). Adenovirus was the most common virus isolated from conjunctiva (66%), human herpesvirus 1 from lid and cornea (76%, 88%) and cytomegalovirus from vitreous (27%). Some unusual pathogens were recovered from conjunctiva as cytomegalovirus and from cornea as adenovirus, enterovirus and cytomegalovirus. Recognition of common viral syndromes was human herpesvirus 1 (88%), epidemic keratoconjunctivitis (88%), acute hemorrhagic conjunctivitis (70%) and varicella zoster virus (100%). However, some misdiagnosed cases were observed. Thirteen percent of conjunctivitis thought to be caused by herpes were due to adenovirus, 3.2% to Enterovirus, 3.2% to varicella zoster virus and 3.2% to human cytomegalovirus. Also, 5% of cases with a clinical diagnosis of herpes keratitis were caused by adenovirus and 2.7% by enterovirus. Finally, 4.8% of cases thought to be adenovirus conjunctivitis were herpes conjunctivitis. CONCLUSIONS: Human herpesvirus 1 remains the most frequently isolated virus from ocular sites in general (56%). Nonherpetic corneal isolates were in decreasing order: adenovirus, enterovirus and cytomegalovirus. Clinical and laboratory correlation was less than 90%. The most misdiagnosed cases were herpes conjunctivitis and keratitis, some cases of adenovirus conjunctivitis some cases of acute hemorrhagic conjunctivitis. It is essential that a rapid and specific diagnosis is offered under atypical viral presentation for the institution of specific antiviral therapy and to avoid complications that can be a result of misdiagnosis and inappropriate treatment. Also it is important to do viral testing in order to confirm clinical diagnosis, report emerging infections, resistance and change in the epidemiology.

OBJETIVOS: Documentar a etiologia e prever a importância do diagnóstico clínico em doenças virais oculares confirmadas em laboratório. MÉTODOS: Todos os relatórios de pacientes com cultura viral positiva durante o período de janeiro 1987 - dezembro 2001 foram analisados. RESULTADOS: Quinhentos e quatorze (514) casos foram encontrados. Em geral, herpesvírus 1 humano foi o agente mais freqüentemente isolado. Adenovírus foi o vírus mais comumente isolado da conjuntiva (66%), herpesvírus 1 humano das pálpebras e córnea (76%, 88% respectivamente) e citomegalovírus do vítreo (27%). Alguns agentes não usuais foram isolados da conjuntiva como citomegalovírus e da córnea como adenovírus, enterovírus e citomegalovírus. Reconhecimento das síndromes virais comuns foi: herpervírus 1 humano (88%), ceratoconjuntivite epidêmica (88%), conjuntivite aguda hemorrágica (70%). Porém, alguns casos com diagnóstico incorreto foram observados. Treze por cento das conjuntivites com diagnóstico de herpes foram causadas por adenovírus, 3,2% por enterovírus, 3,2% por varicella zoster vírus e 3,2% por citomegalovírus. Também, 5% dos casos com diagnóstico clínico de ceratite herpética eram adenovírus e 2,7% enterovírus. Além disso, 4,8% dos casos em que se pensaram em conjuntivite por adenovírus, eram conjuntivite por herpes. Finalmente, 30% dos casos em que se diagnosticaram conjuntive hemorrágica aguda, o agente etiológico era adenovírus. CONCLUSÃO: Em geral herpesvírus humano 1 continua a ser o vírus mais comum encontrado nas infecções oculares (56%). Agentes não herpéticos isolados da córnea foram em ordem decrescente: adenovírus, enterovírus e citomegalovírus. A correlação entre o diagnóstico clínico e laboratorial foi menor do que 90%. Um diagnóstico rápido e específico é essencial em casos de apresentações virais atípicas para que uma terapia antiviral específica seja estabelecida e para se evitar complicações que podem ser decorrentes de um diagnóstico errado e tratamento inadequado. Teste viral também é importante para se confirmar um diagnóstico clínico, relatar infecções emergentes e mudanças de epidemiologia.
Assunto Eye infections, viral
Keratitis, herpetic
Simplexvirus
Polymerase chain reaction
Sensitivity and specificity
Infecções oculares virais
Ceratite herpética
Simplesvírus
Reação em cadeia da polimerase
Sensibilidade e especificidade
Idioma Inglês
Data 2007-03-01
Publicado em Arquivos Brasileiros de Oftalmologia. Conselho Brasileiro de Oftalmologia, v. 70, n. 2, p. 189-194, 2007.
ISSN 0004-2749 (Sherpa/Romeo)
Editor Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Extensão 189-194
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0004-27492007000200002
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0004-27492007000200002 (estatísticas na SciELO)
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/3598

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