Exposição ocupacional à sílica no Brasil no ano de 2001

Exposição ocupacional à sílica no Brasil no ano de 2001

Título alternativo Occupational exposure to silica in Brazil in 2001
Autor Ribeiro, Fátima Sueli Neto Google Scholar
Camargo, Esther Archer De Google Scholar
Algranti, Eduardo Google Scholar
Wünsch Filho, Victor Google Scholar
Instituição Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Instituto Nacional do Câncer
Universidade de Federal de São Paulo Departamento de Enfermagem
Fundacentro Centro Técnico Nacional Divisão Medicina
Universidade de São Paulo (USP)
Resumo OBJECTIVE: To estimate the number of Brazilian workers exposed to silica in 2001. METHODS: Information on occupation and industry for the year 2001 was linked through a job exposure matrix (JEM) of 347 job categories in 25 industries. Data on the number of workers were extracted from the National Workforce Database of the Ministry of Labor and Employment. Two experts classified silica exposure according to frequency in four categories, according to weekly proportion of exposure to silica in the work environment. RESULTS: 31,451,594 (85.7%) workers were classified as not exposed; 976,939 (2.65%) as possibly exposed; 2,404,955 (6.52%) as probably exposed; and 2,065,929 (5.6%) as definitely exposed to silica. Industries with a higher prevalence were: construction 65%, quarrying 59%, manufacturing of non metallic mineral products 55%, manufacturing of basic metals 24%, and rent of machinery and other business activities 2%. CONCLUSIONS: The prevalence of Brazilian workers definitely exposed to silica is higher than the one observed in European countries, where similar studies were conducted.

OBJETIVO: Estimar o número de trabalhadores brasileiros expostos à sílica no ano de 2001. MÉTODO: Informações sobre ocupações e setores econômicos foram reunidas em uma matriz de exposição ocupacional (MEO) com 347 categorias ocupacionais por 25 subsetores econômicos. Informações sobre o número de trabalhadores por ocupação foram extraídas da base de dados Relatório Anual de Informações Sociais (RAIS) do Ministério do Trabalho e Emprego. A exposição à sílica foi avaliada e classificada por dois peritos em quatro categorias, de acordo com a freqüência semanal de exposição no ambiente de trabalho. RESULTADOS: Foram considerados não expostos 31.451.594 trabalhadores (85,7%), possivelmente expostos 976.939 (2,65%), provavelmente expostos 2.404.955 (6,52%) e definitivamente expostos à sílica 2.065.929 (5,6%). Os setores com a maior prevalência de exposição foram: construção civil 65%, extração de pedras 59%, indústria de mineral não metálico 55% e indústria metalúrgica 24%. No setor de serviços de terceiros, a prevalência foi de 2%. CONCLUSÃO: A prevalência de trabalhadores brasileiros definitivamente expostos à sílica é mais alta do que aquela observada em países europeus, onde estudos semelhantes foram conduzidos.
Assunto Silica
Job exposure matrix
Epidemiology
Occupational exposure
Sílica
Matriz de exposição ocupacional
Epidemiologia
Exposição ocupacional
Idioma Português
Data 2008-03-01
Publicado em Revista Brasileira de Epidemiologia. Associação Brasileira de Saúde Coletiva, v. 11, n. 1, p. 89-96, 2008.
ISSN 1415-790X (Sherpa/Romeo)
Editor Associação Brasileira de Saúde Coletiva
Extensão 89-96
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S1415-790X2008000100008
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S1415-790X2008000100008 (estatísticas na SciELO)
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/4298

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