Retrocollis, anterocollis or head tremor may predict the spreading of dystonic movements in primary cervical dystonia

Retrocollis, anterocollis or head tremor may predict the spreading of dystonic movements in primary cervical dystonia

Título alternativo Retrocolis, anterocolis ou tremor cefálico podem predizer a progressão dos movimentos distônicos em pacientes com distonia cervical primária
Autor Godeiro-Junior, Clecio Autor UNIFESP Google Scholar
Felício, André Carvalho Autor UNIFESP Google Scholar
Aguiar, Patrícia Maria de Carvalho Autor UNIFESP Google Scholar
Borges, Vanderci Autor UNIFESP Google Scholar
Silva, Sonia Maria Azevedo Autor UNIFESP Google Scholar
Ferraz, Henrique Ballalai Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo BACKGROUND AND PURPOSE: Few studies have attempted to develop clinical predictors for cervical dystonia (CD) aiming at progression of the dystonic movement. METHOD: We retrospectively evaluated 73 patients with primary CD who underwent treatment with Botulinum toxin type-A (BTX-A). The patients were assembled in two groups according to the spread of dystonia during follow-up: spreading and non-spreading CD. We performed a binary logistic regression model using spreading of cervical dystonia as dependent variable aiming to find covariates which increase the risk of spreading. RESULTS: Our logistic regression model found the following covariates and their respective risk ratios: time of disease >18.5 months=2.4, retrocollis=1.9, anterocollis=1.8, head tremor=1.6. CONCLUSION: Time of disease >18.5 months, retrocollis, anterocollis and head tremor may predict spreading of dystonic movement to other regions of the body in CD patients.

INTRODUÇÃO: Poucos estudos avaliam preditores clínicos de progressão dos movimentos distônicos, para além da região cervical, em pacientes com distonia cervical (DC) primária. MÉTODO: Avaliamos, retrospectivamente, 73 pacientes com DC primária, que tinham sido submetidos ao tratamento com a toxina botulínica tipo A (BTX-A). Estes pacientes foram divididos em dois grupos de acordo com a progressão ou não da DC para outras áreas do corpo. Aplicamos um modelo de regressão logística binária usando a progressão da distonia como variável dependente com o objetivo de identificar co-variáveis que aumentassem o risco de progressão. RESULTADOS: O modelo de regressão logístico identificou as seguintes co-variáveis como preditoras de progressão e seus respectivos índices de risco: tempo de doença >18,5 meses=2,4, retrocolis=1,9, anterocolis=1,8, tremor cefálico=1,6. CONCLUSÃO: Tempo de doença >18,5 meses, retrocolis, anterocolis, e tremor cefálico podem predizer a progressão do movimento distônico para outras regiões do corpo em pacientes com DC primária.
Assunto cervical dystonia
progression
retrocollis
anterocollis
head tremor
distonia cervical
progressão
retrocolis
anterocolis
tremor cefálico
Idioma Inglês
Data 2009-06-01
Publicado em Arquivos de Neuro-Psiquiatria. Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO, v. 67, n. 2b, p. 402-406, 2009.
ISSN 0004-282X (Sherpa/Romeo)
Editor Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO
Extensão 402-406
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0004-282X2009000300006
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0004-282X2009000300006 (estatísticas na SciELO)
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/5065

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