Corneal specular microscopy in infectious and noninfectious uveitis

Corneal specular microscopy in infectious and noninfectious uveitis

Título alternativo Microscopia especular de córnea em pacientes com uveítes infecciosas e não-infecciosas
Autor Oliveira, Filipe de Autor UNIFESP Google Scholar
Motta, Ana Carolina de Oliveira Autor UNIFESP Google Scholar
Muccioli, Cristina Autor UNIFESP Google Scholar
Instituição Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Resumo PURPOSE: Involvement of the cornea endothelium during uveitis has not been extensively studied even though it might participate in or constitute a target of ocular inflammation. Formation of keratic precipitates (KP) is a characteristic finding in several forms of uveitis. The aim of this prospective study was to examine the vicinity of keratic precipitates in infectious and noninfectious uveitis by specular microscopy. METHODS: Patients with infectious and noninfectious uveitis in any activity level and presence of keratic precipitates were enrolled. The mean age was 40.5 years (± 14.2 years). A Topcon SP-2000P noncontact specular microscope was used to capture endothelial images in the vicinity of keratic precipitates. Automated morphometric analysis was done for cell size, cell density and cells coefficient of variation. Statistical comparisons were made between the infectious and noninfectious groups. RESULTS: From the 25 patients enrolled in this study, 16 (44%) eyes presented infectious uveitis, 19 (53%) noninfectious uveitis and 1 (3%) eye was excluded due to the impossibility to obtain a specular image. The mean cell density estimated was 2,628 ± 204 cells/mm² in infectious group and 2,622 ± 357 cells/mm² in noninfectious group. The mean cellular area in infectious and noninfectious group was respectively 385 ± 31 µm² and 390 ± 60 µm². The coefficient of variation (%) of the cellular area in the vicinity of keratic precipitates was 26.36 ±3.44 in infectious and 27.69 ± 4.61 in noninfectious group. The differences between the groups were not statistically significant (P<0.005 / Mann-Whitney test) for the three morphologic variables. CONCLUSION: The clinical applicability of specular microscopy in patients with uveitis can be an useful tool to evaluate the corneal endothelium in the presence of keratic precipitates, however the handicap of the specular image formation might not be discarded in some cases. The differences found were not clinically meaningful between the infectious and noninfectious groups, however the uveitis in various degrees of intraocular inflammation and the relatively small number of patients in each clinical category of this study, indicates that further studies can be required to evaluate better the morphology of the endothelium.

OBJETIVO: Avaliar o endotélio corneano na presença de precipitados ceráticos em pacientes portadores de uveítes infecciosas e não-infecciosas com emprego da microscopia especular de não-contato. MÉTODOS: Prospectivamente foram incluídos 25 pacientes com média de idade de 40,5 (±14,2 anos). Os pacientes foram divididos em dois grupos de acordo com a etiologia da uveíte. O microscópio especular Topcon SP-2000P foi usado para capturar imagens endoteliais. As variáveis densidade endotelial, área celular média e coeficiente de variação das células foram analisados estatisticamente. RESULTADOS: Dos 25 pacientes incluídos no estudo, 16 (44%) olhos apresentavam uveítes infecciosas, 19(53%) uveítes não-infecciosas e 1 (3%) olho foi excluído devido à impossibilidade de obtenção da reflexão especular. A densidade endotelial média foi 2.628 ± 204 cel/mm² no grupo infeccioso e 2.622 ± 357 cel/mm² no não-infeccioso. As áreas celulares média nos grupos infeccioso e não-infeccioso foram respectivamente 385 ± 31 µm² e 390 ± 60 µm². Os coeficientes de variação das áreas celulares adjacentes aos precipitados ceráticos foram 26,36 ± 3,44 no infeccioso e 27,69 ± 4,61 no não-infeccioso. As diferenças encontradas entre os grupos em todas as variáveis não foram estatisticamente significantes (p<0,005 / Mann-Whitney Teste). CONCLUSÃO: A aplicabilidade clínica da microscopia especular em pacientes com uveítes pode ser útil na avaliação endotelial na presença de precipitados ceráticos, entretanto não podemos descartar as limitações em alguns casos em que a reflexão especular se torna impossível. As diferenças encontradas não foram significativas entre os grupos estudados, entretanto os vários níveis de inflamação ocular e o número relativamente pequeno de pacientes, indicam que novos estudos possam ser desenvolvidos para avaliação da morfologia endotelial.
Assunto Corneal topography
Endothelium, corneal
Uveitis
Microscopy
Precipitation
Topografia da córnea
Epitélio posterior
Uveíte
Microscopia
Precipitação
Idioma Inglês
Data 2009-08-01
Publicado em Arquivos Brasileiros de Oftalmologia. Conselho Brasileiro de Oftalmologia, v. 72, n. 4, p. 457-461, 2009.
ISSN 0004-2749 (Sherpa/Romeo)
Editor Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Extensão 457-461
Fonte http://dx.doi.org/10.1590/S0004-27492009000400006
Direito de acesso Acesso aberto Open Access
Tipo Artigo
SciELO S0004-27492009000400006 (estatísticas na SciELO)
URI http://repositorio.unifesp.br/handle/11600/5177

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